quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

castanho médio (o mais comum de todos os olhos)


Esse sou eu-olho, a materialização de meus desejos quase incontroláveis de ser outros, e outros.
As vezes sinto que transbordo pelos olhos.
Uso ele como meio de transporte para aquilo que quero tocar e não toco, aquilo que quero ser e não sou.
Um eu-projeção, que vive numa quase patética relação: cansado de mim e com medo da minha impotência diante do que sou e do que faço.
Um Ricardo em descompasso consigo, cronicamente a frente ou atrás de si.

2 comentários:

Ale Haro disse...

A partir de hoje... sigo-te!
=)

central do laboratório de vivências disse...

PassAGem SeCRETa

DeBaiXo dO cÉu
Ao LaDo
ViVEnDo Em PaZ*
dENtrO da GenTe...
ErAmoS a GenTE
oU nA eRa dA MenTe
fATasMas CoM fRiO
nA NoiTe CuRitiBANA
(o MaCAcO quEr BaNanA),
a CaPiVarA quAse Me EnGanA
q'Éra bAncO onDE o SaBiÁ
ComE gRanA, GramA
NoS sEguEm e NoS aMa
OnDe tuDo
+ 2345789 0000 pEssoAs
pEssoA nOs BatiZaRam
dE mOrAdoRes dE RuAs... iSso! iSso MesMO!
pAsSaGenS sECrEtAs...
(...)

CHeGô!
nUmFoi?
vOcê ReCebEu, O ENvElopE VerdE*
e Deu CoMo "suspiro de poesia e mistério "
nOsSo pAsSO a VanTE.

(troca-toca)
(...)